Jorge Carvalho

Empreendedorismo com alma.

Empresário, mentor e fundador. Uma história feita de iniciativa, fracassos, recomeços, pessoas e uma missão muito clara: ajudar outros a lutar pelos seus sonhos.

Conhecer a minha história
“Acredito que o sucesso só faz sentido quando ajuda outras pessoas a vencer.”
A minha missão

Ajudar pessoas a acreditar que podem ir mais longe.

O meu nome é Jorge Carvalho. Nasci a 26 de dezembro de 1983, naquele dia em que as prendas de Natal também contam para os anos.

Sou natural de Freixo, uma pequena aldeia de Ponte de Lima. Tive uma infância simples e feliz, mas desde cedo senti que havia algo dentro de mim a puxar por mais.

Hoje, lidero, formo e acompanho empreendedores, dando estratégias, ferramentas e, acima de tudo, presença.

A minha história

Uma vida construída passo a passo.

1983

O início, em Freixo.

Nasci em Freixo, Ponte de Lima, numa família simples. Foi ali que aprendi os valores que ainda hoje levo comigo: trabalho, confiança, proximidade e respeito pelas pessoas.

Infância

O primeiro negócio.

Ainda miúdo, percorria quase dois quilómetros aos domingos para ir buscar pão para os vizinhos. Recebia um escudo por cada entrega. Foi aí que aprendi o valor da iniciativa e da responsabilidade.

Secundário

Disciplina e gosto pelas pessoas.

Estudava de dia e trabalhava num café à noite. Esse período deu-me duas bases fundamentais: disciplina e um gosto genuíno pelo contacto com pessoas.

2010

De 4 € a 5.000 € por mês.

Recebi um convite inesperado para uma oportunidade de network marketing. No primeiro mês ganhei 4 €. Depois 36 €, 176 € e, no final do primeiro ano, já alcançava cerca de 5.000 € por mês.

Depois

Chegar ao topo e perceber que era preciso crescer.

Na Youbiz, a primeira empresa em que cheguei ao topo, percebi que já não havia mais espaço para crescer. Foi então que aceitei um novo desafio.

Fracasso

Uma empresa fechou. Uma nova visão nasceu.

O projeto seguinte falhou e a empresa acabou por fechar. Foi um momento difícil, mas também uma das maiores aprendizagens da minha carreira. Foi aí que conheci pessoas extraordinárias, entre elas Daniel Tavares.

2015

“Vamos criar a melhor empresa do mundo.”

Dessa visão nasceu a iCliGo, com a ambição de construir uma grande comunidade de viajantes e empreendedores.

Hoje

Empreendedorismo com alma.

Sou um dos sócios fundadores da iCliGo e tenho o privilégio de liderar uma rede com mais de 3.000 empreendedores. A minha missão continua a mesma: ajudar cada pessoa a lutar pelos seus sonhos e garantir que nunca se sente sozinha no caminho.

O que aprendi

O fracasso não terminou a minha história. Redirecionou-a.

Foi provavelmente um dos momentos mais difíceis do meu percurso. Mas, olhando para trás, percebo que esse fracasso abriu a porta ao maior projeto da minha vida.

Aprendi que o crescimento empresarial só faz sentido quando vem acompanhado de crescimento humano.

“Quando um vence, todos vencemos.”
O presente

Mais do que resultados, construímos pessoas.

Dou estratégias, formação, ferramentas e presença. Acredito num empreendedorismo feito de verdade, partilha e propósito.

2009 Início do percurso empresarial
3.000+ Empreendedores na rede que lidero
2015 Ano de nascimento da iCliGo

A minha missão é ajudar pessoas a lutar pelos seus sonhos.

Continuo a acreditar na consistência, na preparação, na liderança pelo exemplo e no poder que uma oportunidade certa pode ter na vida de uma pessoa.

Saber mais

Valencia é uma cidade mediterrânica pela luz, pelo clima e pelo modo de viver e sentir das suas gentes.

Valencia

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Moderna na expressão arquitetônica de vanguarda, conserva ao mesmo tempo um centro histórico carregado de sinais de um passado ligado aos tempos da Reconquista.

Relato de uma bela viagem a Valência.

 

A capital da Comunidade Valenciana tem sido notícia nos últimos anos pela renovação urbana que ao longo do rio Turia dotou a cidade de notáveis exemplares de arquitetura vanguardista, como a Cidade das Ciências e das Artes, uma estrutura polivalente que tem objetivos lúdico-culturais e integra um Museu das Ciências, um Planetário, um Palácio das Artes e um Museu Oceanográfico.

Uma das imagens mais recentes acrescentadas à paisagem urbana desta zona da cidade é precisamente o Palácio de Artes Rainha Sofia, assinado pelo arquitecto espanhol Santiago Calatrava.

 

Mas de Valência há também que lembrar alguma história, dessa com maiúscula, para que se faça um pouco de luz sobre a sua identidade.

O animado passado de Valência pede, por exemplo, uma visita ao Museu do Ayuntamiento para observar de perto a espada de D. Jaime I, pousada junto do estandarte içado na Torre Isab-El-Shaddai pelos mouros em sinal de rendição às hostes cristãs, no ano de 1238.

 

A grande nave central filia-se no gótico cisterciense, como gótica é também a torre-campanário, ex-libris da Valência antiga e ícone de postais.

Belas são também as três portas do templo: a gótica Puerta de los Apostoles, a Puerta de la Almoina, românico-bizantina, e a Puerta de los Hierros, de perfil barroco. 

 

Vale a pena circular também, com tempo, pela curiosíssima Praça Redonda, uma praça fechada que desde manhã cedo se anima com um mercado de livros usados e pássaros.

E finalmente, a concluir este breve périplo pelo centro histórico, não se pode perder pelo menos uma passagem sob o arco da réplica valenciana da Ponte dos Suspiros.

Turia Park
Turia Park

“Lo que existe en Valencia es el aire”

 

Em expressão estereotipada, fogo e pólvora estão no sangue dos valencianos.

As tradições festivas são desse fato um eloquente testemunho, sublinhado ainda por uma expressão que registei precisamente por aquelas bandas: “Quando nasce uma criança valenciana, fazem-lhe uma transfusão e metem-lhe 5% de pólvora nas veias”.

E a dita substância far-se-á companhia de toda uma vida, uma vez que petardos e foguetes são ali os primeiros convidados de qualquer celebração.

Não há noivos que não partam para a lua-de-mel a cheirar a pólvora: nenhum enlace valenciano tem validade sem o rebentamento nesse dia de uma vigorosa “mascleta”.

 

 

Entre as festas mais agitadas, como são todas as da Comunidade Valenciana, as Fallas serão talvez as mais conhecidas.

Mas há outros momentos igualmente significativos da folia valenciana que inundam de pólvora os dias festivos, como as festas de Moros y Cristianos, encenações das velhas lutas entre cristãos e sarracenos na época da Reconquista.

A mais impressionante de todas tem lugar alguns quilômetros a sul de Valência, em Alcoy.

 

Todos os anos, em Abril, milhares de figurantes representando ambos os exércitos, cristão e muçulmano, saltam para a rua, envolvendo-se em “batalhas urbanas” com arcabuzes e muita pólvora seca.

 

A cidade mediterrânica raramente perde a sua proverbial claridade, e um passeio até ao litoral, à emblemática praia de Malva Rosa, reforça a imersão nessa luz tão magnificamente pintada pelos pintores valencianos.

Azorín, que viveu algum tempo em Valência (e publicou as suas impressões dessa experiência num volume memorialístico intitulado Valencia y Madrid) assinou justamente que “Valencia es la tierra de los pintores. Y de los pintores desposados con la luz”.

 

Azorín conheceu na intimidade essa luz que ilumina tantos quadros de Sorolla (visitáveis nos acervos museológicos da cidade), e foi certamente nessa luminosidade tão serena quanto sensual que terá pensado quando escreveu que “no la color, sino el aire es lo qua ha pintado Sorolla”.

E porquê? Ele mesmo esclarece. Por uma razão tão elementar como a de que “lo que existe en Valencia es el aire”.

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Fogo e pólvora valenciana

 

As Fallas são uma da festas mais conhecidas e populares de Espanha, o que não é dizer pouco a propósito do calendário festivo de um país que acumula, precisamente, um “excesso” de festas que se afirmam, por sua vez, por uma certa “excessividade”.

As Fallas é uma das que mais gente atrai, e todos os anos, em Março, Valência é o destino de milhares de turistas em busca da vertigem de uma celebração que mergulha as suas raízes em ritos ancestrais.

 

O registo mais próximo assinala o ano de 1889 como o de início da tradição. A coisa pode ter tido origem na queima pública de madeira velha, numa grande fogueira em honra de S. José, patrono dos carpinteiros.

A relação com as fogueiras pagãs do solstício de verão, associadas pelo cristianismo ao culto dos santos, é também evocada para explicar a génese das Fallas.

 

Atualmente, as fogueiras consomem muitas dezenas de enormes estruturas, as «fallas», rodeadas por figuras modeladas em cartão, os «ninots».

O conjunto caricatura de forma satírica personagens e acontecimentos públicos.

Algumas das «fallas» chegam a ter quase vinte metros de altura e podem pesar mais de oito toneladas.

Há em Valência dezenas de oficinas de produção de «fallas» e conta-se em cerca de três centenas os artistas consagrados à sua idealização e execução.

 

A «nit del foc» (noite do fogo) constitui o clímax da semana «fallera».

À meia-noite do dia 19 de Março tem início a grande imolação das peças, entre explosões dos petardos e música das bandas.

A última «falla» a arder é a que se ergue na praça do município.

É aí que se assiste ao culminar desse delírio pirotécnico, uma espectacular apoteose de fogo e pólvora.

Dentro da nossa equipa temos vários representantes espalhados pela mundo, inclusive Espanha , ( é possível juntar se a nós adquirindo o seu negocio na área do turismo ) e estes falam nos desta cidade como um destino turístico imperdível e impossivel de descrever num simples artigo .

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